Adeus?
Adeus ou até breve?
Varias são as formas de nos despedirmos de alguém querido.
E assim foi...
Ontem, assisti de minha casa, o adeus que várias gerações, em todos os cantos deste imenso planeta, deram à Michel Jackson.
Independentemente de cor, raça, credo, classe social, lá estavam, milhares de pessoas, dentro do ginásio, nas praças, bares, ruas, escritórios e em suas casas, assistindo as últimas homenagens prestadas aquele que falou à cada um de nós, de uma forma diferente.
Menino -homem, passou por este planeta, na sua vida um tanto quanto curta, passando suas mensagens através de suas canções e de sua dança, como poucos conseguiram fazer.
Poucas vezes assisti tamanha comoção, e me pergunto, se não é isso que realmente vale a pena.
Que fiquem as lembranças das músicas, dos passos que flutuavam no ar, do sorriso largo, dos gestos de afeto, da preocupação social e do imenso amor que construio ao lado daqueles que realmente o amavam, apesar de suas excentricidades.
Que nosso coração guarde apenas as palavras doces de uma menina, que dele teve o maior amor de todos, o do pai, que nós não conhecemos.
Que fique em nossas lembranças, a linda homenagem de um irmão, que cantou com sua alma e coração, aquela que era a música preferida deste menino "Smille",.
Que guardemos dentro de todos nós, apenas a imagem de Michel cantando e dançando, que era onde ele falava diretamente com seu público.
Que possamos, ano após ano, guardar dentro de nossos corações a lembrança da ou das músicas que tenham tocado à cada um, de maneira especial.
Quanto a mim, apenas espero, que seu descanso seja cheio de muita luz e paz e que o lugar em que esteja, seja repleto de muito amor.
(Elke Franzeck)
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