Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência;
ainda que tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes,
se não tiver amor nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres
e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado,
se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno;
o amor não arde em ciúmes, não se ufana,
não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente,
não procura os seus interesses, não se exaspera,
não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça,
mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba....
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três;
porém o maior destes é o amor.
(Texto extraído da Bíblia Sagrada, 1º Coríntios, capítulo 13)
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