
** Dançando entre as nuvens...
Engraçado, fiquei alguns dias sem escrever, e hoje, quando retomo as palavras, é para falar de alguém que deixou este plano astral e já não se encontra entre nós, desde ontem à noite.
Lembro de quando, a alguns bons anos atrás, junto com minha filha Pri, assisti pela primeira vez o filme Dirty Dancing, e fiquei encantada com a história romântica, mas principalmente pela dança envolvente que transbordava sensualidade.Claro que não se faz necessário dizer, que a beleza do ator principal, era uma alegria para os olhos.
Minha filha tornou-se fã incondicional de Patrick Swayse, e posso dizer com certeza que perdi as contas de quantas e quantas vezes, já assisti a este filme.
Com o passar dos anos, minhas outras duas filhas, Ale e Téia, tornaram-se da mesma maneira, fãs tanto do filme como é claro do artista.
Com certeza, posso afirmar que aqui em minha casa, toda a ala feminina da família, é apaixonada por ele, imaginem, afinal, a Pri dizia que ela iria se casar com ele, consequentemente, ele seria meu genro... hehehehe. Coisas de criança e de adolescente jovem, mas nada como nossa primeira paixão platônica, faz muito bem.
Acredito não ser eu, a única mãe, neste mundo, a compartilhar com suas filhas, assistir com entusiasmo as cenas protagonizadas por este artista, que com certeza, ficará eternizado em nossas memórias como o bailarino Jhony ou então como o fantasma mais apaixonante do cinema, Sam, em Ghost, do outro lado da vida.
Nós aqui, ficamos com a saudade e com as lembranças dos lindos momentos que passamos em frente a tv, vendo e revendo seus filmes, e que com certeza ainda vamos rever.
Que descanse em paz.
(Elke Franzeck)
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